8 de jan de 2014

Bolsas mundiais fecham de lado nesta quarta-feira


As principais bolsas de valores mundiais encerram a sessão desta quarta-feira, 8, em direções opostas após dados divulgados nos Estados Unidos e Europa e divulgação da ata do FOMC, do Federal Reserve. Aqui no Brasil, o Ibovespa registra alta.
Na Ásia, as bolsas encerraram o pregão sem direção definida, enquanto o mercado aguarda a ata do Fed, que será divulgada hoje à tarde. De um lado, a queda das ações de mineradoras de carvão puxou a bolsa de Shanghai para baixo. De outro, a desvalorização do iene favoreceu a alta da bolsa de Tóquio.
Na Europa, as bolsas europeias fecharam em queda, com o FTSE 100 de Londres caindo 0,5% a 6.721,78 pontos. O DAX 30 de Frankfurt caiu 0,09% a 9.497,84 pontos e o CAC 40, em Paris, teve queda de 0,04% a 4.260,96 pontos.
Por lá, o Eurostat anunciou que o desemprego na Eurozona permaneceu em novembro em 12,1%, sem mudanças em relação ao mês anterior, mas continua em níveis historicamente altos, em especial na Espanha e na Grécia, os dois países do bloco com maior desemprego.
Além disso, o Instituto Nacional de Estatísticas revelou que o desemprego na Itália voltou a aumentar em novembro a 12,7% da população economicamente ativa, após o recorde de 12,5% alcançado em setembro.
Em Wall Street, bolsas encerram sem definir uma tendência após divulgação da ata do FOMC. Com isso, o índice Dow Jones perdeu 0,63% aos 16.427 pontos; o S&P 500 teve desvalorização de 0,17% a 1.834 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq fechou com ganhos de 0,22% aos 4.162 pontos.
Na região, a empresa ADP revelou que a criação de empregos privados no país continuou progredindo em dezembro. Foram criadas 238.000 vagas, contra 229.000 em novembro (cifra revisada em alta, contra 215.000 antes), quando os analistas esperavam um retrocesso a 203.000 novos empregos.
Aqui no Brasil, o Ibovespa encerrou a sessão com alta a espera da ata do Fomc. Com isso, a bolsa brasileira registrou valorização de 0,29%, aos 50.576 pontos. O giro financeiro ficou em R$ 5.935 bilhões.
Na agenda de indicadores internos, a Fundação Getulio Vargas (FGV) revelou que o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (07 de janeiro), apresentou variação de 0,73%, 0,04 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (0,47% para 1,03%).
Além disso, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou nesta quarta-feira, que em novembro de 2013, a produção industrial nacional mostrou variação negativa de 0,2% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após assinalar taxas positivas em agosto (0,2%), setembro (0,6%) e outubro (0,6%).
Na renda fixa, os juros futuros fecham em alta. O contrato de DI, com vencimento em janeiro de 2015, o mais negociado, apresentou taxa anual de 10,57%, uma valorização de 0,37% em relação ao dia anterior.

O dólar encerrou o dia com alta de 0,59%. Com isso, a moeda norte-americana fechou com cotada a R$ 2,387 na compra e R$2,389 na venda.

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