2 de jan de 2013

Nova Câmara de Parauapebas é empossada


Depois de muita discussão mesa diretora é eleita

 A nova câmara tem 15 membros
 Joseneto levou 8 dos 15 votos
 Pavão perdeu por apenas um voto
 Um grande publico lotou o auditório
Em uma sessão solene foram empossados na segunda-feira, 1, os 15 novos vereadores que compõem o parlamento de Parauapebas, além do prefeito Valmir Mariano Queiroz (PSD), e sua vice Ângela Pereira (PTB).
A sessão solene presidida pelo vereador reeleito, Odilon Rocha de Sansão, escolhido pelo critério idade, no novo prédio do poder legislativo recém-inaugurado.
Forma empossados para um mandato de quatro anos:
Devanir (PP), Bruno Soares (PP), Miquinha (PT), Arenes (PT), Eliene (PT), Professor Euzébio (PT), Maride (PSC), João do Feijão (PP), Braz (PDT), Odilon (PMDB), Pavão (PTB), Major da Mactra (PSDB), Irmã Luzinete (PV), Prof. Joseneto (PSDC), Dr. Charles (PSD).
Após a sessão solene de posse, iniciou a primeira sessão ordinária tendo como pauta a eleição da mesa diretora. Duas chapas foram apresentadas sendo eleitas em seguida com apenas um voto de diferença; fazendo assim como presidente, eleito com oito dos 15 votos, o professor Joseneto; Vice presidente Arenes; 1º Secretário Odilon; 2º Secretário Devanir.
A outra chapa, tirou com sete dos 15 votos e tinha a seguinte composição:
Presidente, Pavão; Vice Presidente, Luzinete; 1º Secretário Braz; 2º Secretário Maridé.
A mesa eleita dirigirá aquela Casa de Leis no primeiro biênio do mandato, 2013/2014.
Discussão - Abertos os trabalhos de escolha da mesa, o vereador pavão, pela ordem, solicitou ao vereador Odilon Rocha de Sanção, que presidia a mesa dos trabalhos por ser o mais velho dos vereadores, uma suspensão da sessão pelo prazo de vinte minutos para que, segundo ele, fosse discutida uma nova versão da chapa apresentada.
Democraticamente, Odilon colocou a solicitação para que os vereadores decidissem se haveria ou não a suspensão. Houve empate em sete votos, ficando decidido através do “voto de minerva” do presidente que o prazo não seria dado e que a sessão continuaria.
Isto foi o bastante para que os vereadores que supostamente apoiavam a candidatura do vereador Pavão a presidência se revoltassem, alguns chegaram a acusar o então presidente de ditador. Os ânimos ficaram acalorados, a população que lotava o plenário se revoltou e também começou a vaiar e xingar o vereador peemedebista.
Depois de muita discussão, acusações e até ameaças ( os vereadores Major da Mactra e Braz disseram ao vereador Odilon que havia terminado o tempo de ditadura naquela casa e que ele veria, no futuro, que as “coisas” por lá iriam mudar pois “essa casa agora tem vereador” ) foi estipulado um prazo de quinze minutos para que os vereadores discutissem um novo cenário.
Nos bastidores, o que se via era a tentativa do grupo de apoio ao candidato Pavão de cooptar o vereador Josineto para sua chapa, cedendo-lhe a presidência em troca da retirada dos nomes dos vereadores Odilon e Devanir na formação da mesa. Para seus lugares seriam inseridos os vereadores Braz e Irmão Luzinete.
Muito bate boca, invasão de pessoas alheias ao Legislativo e articulações, depois os vereadores voltaram ao plenário e elegeram a chapa composta por Josineto (PSDC) como presidente,  Arenes (PT) como vice-presidente; Odilon Rocha de Sanção (PMDB), como 1º secretário e Devanir Martins (PP) como 2º Secretário.

Nenhum comentário:

Postar um comentário