11 de nov de 2012

Prefeito de Curionópolis é denunciado por compra de votos




Passado o período eleitoral no município de Curionópolis foi dado ingresso no Cartório Eleitoral daquela comarca processo de AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral), contra Wenderson Chamon Azevedo e Maria Iraíldes Campos da Costa, prefeito e vice prefeita reeleitos naquele município, respectivamente, pela coligação “O trabalho continua”.
A ação denuncia a capitação ilícita de sufrágio e pede a cassação de diploma, pede a cassação de registro, além de pedido de declaração de inelegibilidade.
O processo tem como requerentes Adonei Sousa Aguiar e Manoel Zacarias, candidatos a prefeito e vereador, respectivamente. E estes, segundo o advogado Flávio Aparecido Santos,   relatam que durante o período eleitoral,  muitos irregularidades foram percebidas com determinados membros da coligação  “O trabalho continua” e alguns desses fatos suspeitos se materializaram  através de provas testemunhais como, por exemplo, fotografia e documentos.

“E os partidos tomou a iniciativa de buscar na justiça eleitoral em denunciar esses fatos e pedir  a cassação deste registro de candidatura  do prefeito e vice prefeita eleitosde Curionópolis”, explica Flávio Santos, detalhando que houve, segundo os requerentes da AIJE, compra de votos, tendo para isto sido abordada a  ex-candidata a vereadora Shirlene, oferecedo a ela uma quantia de R$ 15,000,00 (Quinze mil reais); valor que deveria ser usado na comprar de 50 votos de 50 do Assentamento Frei Henri Burin des Roziers, do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra).

Cada voto sairia ao preço de R$ 300,00 (Trezentos Reais), e do valor total os indícios apontam e testemunhas comprovam que foram repassados à aliciadora de eleitores R$ 5.000,00 (Cinco mil reais).

De acordo com as expectativas do advogado dos requerentes, se ficar provado que houve o ocorrido no processo eleitoral na captação de votos irregulares, como o prefeito eleito denunciado, Wenderson Chamon, teve mais de 50% dos votos válidos, implica que necessariamente haverá uma nova eleição.





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